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Fondue para Dois #1 - Alyson Noël



Hey, hey, galera! Vocês devem estar se perguntando: que tipo de coluna se chama "fondue para dois"? Bom, se você gosta tanto quanto eu da série Glee, você já sabe do que se trata. Se não, vou explicar. 

Fondue para Dois será nada mais que uma coluna de entrevistas! O nome vem do webshow que uma das personagens do Glee faz, onde ela entrevista alguns convidados. Como eu adoro Glee e achei muito criativo, decidi adotar o título.

Então, para começar a coluna com o pé direito, nossa primeira convidada é a Alyson Noël, autora bestseller do NY Times, conhecida principalmente pelas séries Os Imortais e The Soul Seekers, além de outros livros lançados. 

Eu já vinha pensando em fazer essa coluna há algum tempo e, quando mandei um twit para a Alyson e ela me respondeu dizendo que "claro", eu fiquei incrivelmente feliz e agradeço imensamente o carinho dela. Obrigado, Alyson <3 

Vamos lá?


Fazendo uma busca sobre você, descobri que sua inspiração para escrever veio quando você estava na sexta série, lendo Are You There the God? It's Me, Margaret, de Judy Blume. Você confirma esta informação? Se sim, poderia nos dizer como este livro lhe inspirou e se o mesmo continua servindo como inspiração nos dias de hoje?
No dia em que terminei o meu primeiro livro de Judy Blume eu sabia que queria ser uma escritora. Eu sempre fui uma ávida leitora, começando com Green Eggs and Ham, por Dr. Seuss, e progredindo através de Charlotte Web, por EB White, e todos os livros de Little House on the Prairie, de Laura Ingalls Wilder. Mas foi Are You There the God? It's Me, Margaret e Deenie, de Judy Blume, que me fizeram sentir como tivessem sido escritos apenas para mim e meus amigos e por todas as coisas que estávamos passando. Esses livros me fizeram perceber como uma história pode ser tão compreensível e pessoal. E eu sabia que um dia eu queria tentar escrever assim também. Judy Blume realmente abriu o caminho para os futuros autores YA da ficção contemporânea. E sim, eu a admiro muito por este dia!
Suas séries de maior sucesso, Os Imortais e The Soul Seekers, são repletas de elementos místicos, como as auras ou os espíritos animais. De onde vieram as idéias para os livros? Há lendas e/ou alguma história pessoal sua por trás dos romances que você escreve?
A maioria das minhas histórias são inspiradas em experiências pessoais - eu roubo de minha própria vida o tempo todo. Os Imortais foi inspirada pela dor que eu experimentei, há alguns anos, depois de perder três pessoas que eu amava em cinco meses horríveis, e, em seguida, quase perder meu marido para a leucemia (ele está em remissão completa agora), alguns meses depois. Na época, parecia que todo o meu mundo estava desabando, e isso me fez pensar muito sobre a vida e a morte, a mortalidade e a imortalidade, a jornada da alma, e como ainda podemos sentir um vínculo com os nossos entes queridos, mesmo muito tempo depois de terem está desaparecido. Desde que eu sempre fui interessada em todas as coisas paranormais; decidi explorar essas perguntas em uma história. A jornada de Ever e Damen nasceu disso. 
Eu fiz um monte de investigação enquanto escrevia Os Imortais, a série Riley Bloom e a série The Soul Seekers. Eu fiz uma aula de desenvolvimento psíquico com o conhecido James Van Praagh. Eu fiz a hipnose de vidas passadas com Dr. Brain Weiss. Fiz um curso de Xamanismo básico de três dias com um xamã do sexo feminino, e muitas dessas experiências encontraram seu caminho para os livros.
Recentemente, Místico chegou às livrarias brasileiras pela editora LeYa. Quais suas expectativas em relação aos leitores nessa nova fase da vida de Daire?
Estou tão animada para compartilhar Místico com os meus leitores brasileiros e espero que aproveitem este próximo capítulo da aventura de Daire! Cada livro começa onde o último parou, e a vida de Daire está prestes a se tornar ainda mais perigosa e excitante do que ela jamais imaginou. Desde que chegou em Encantamento, Novo México, tudo na vida Daire Santos mudou. E nem tudo para melhor. Enquanto ela começa a aceitar e abraçar seus novos poderes como uma candidata a Caçadora de Almas, Daire luta com a responsabilidade de navegar entre os mundos dos vivos e dos mortos. E com o destino de seu namorado, Dace, na balança, Daire deve deixar de lado seus sentimentos pessoais e se concentrar em derrotar Cade, cujos planos malignos ameaçam a todos que ela ama e do mundo como ela sabe disso.

As capas dos seus livros e todo o design dos seus livros são sempre impecáveis. Você participa ativamente na produção dos mesmos?
Tenho uma participação mínima. Eu devo tudo a do departamento de arte da minha editora, que faz um trabalho incrível. Estou sempre admirada com o fato de que eles nunca deixam de vir apenas com a imagem certa para transmitir o mundo da história!
Sabemos que você morou por um período em Mykonos, na Grécia. Algo lá lhe deu inspiração para um possível livro que ambiente a cultura local?
Eu adorava viver em Mykonos - é um lugar bonito e eu tive a sorte de ser capaz de passar tanto tempo lá. Minhas experiências lá me inspiraram a escrever tanto Fly Me to the Moon (um romance adulto) quanto Verão Cruel - um romance YA contemporâneo. No ano passado, eu tive sorte o suficiente para fazer uma sessão de autógrafos em Atenas, Grécia, onde tomei mais uns dias para visitar meus velhos amigos em Mykonos. Foi incrível retornar depois de tantos anos!

Você participou da antologia Beijos Infernais juntamente com outras grandes autoras. Qual foi a sensação para você?
Fiquei emocionada quando fui convidada a fazer parte dessa antologia ao lado de algumas das minhas autoras paranormais preferidas. Cada uma de nós contribuiu com uma história curta - o meu conto é intitulado Bring Me to Life, um romance de vampiros situado numa escola de arte britânica. Foi muito divertido de escrever e espero que os leitores se divertam também! Uma parcela das vendas são doados para à College Summit, um programa concebido para ajudar adolescentes de comunidades carentes a se prepararem para a faculdade. Estou muito feliz por ter sido parte deste projeto que ajuda os outros a alcançarem os seus sonhos!
Hoje, você tem vários fãs e leitores ao redor do mundo que acompanham suas histórias e torcem pelos seus personagens; ainda podemos esperar por mais e mais histórias além das que acompanhamos atualmente? Já tem algo em mente?
Atualmente estou trabalhando em uma nova série, intitulada Unrivaled, situada no mundo acelerado das casas noturnas de Los Angeles, onde três adolescentes são apanhados em uma competição de alto risco, cujas medidas desesperadas que eles tomam para ganhar os tornam suspeitos em um crime misterioso. A história é ousada, sexy, glamourosa, misteriosa, romântica, cheia de suspense, e eu estou me divertindo muito escrevendo! O primeiro livro da série deve ser lançado no início de 2016. Eu mal posso esperar para compartilhá-lo com todos!
Agradeço imensamente por sua disposição em responder às minhas perguntas. É uma honra poder saber mais sobre você e sobre seus livros. Por fim, gostaria de saber se há alguma previsão de quando voltará ao Brasil e se quer deixar algum recado para seus leitores brasileiros! 
O prazer é meu - muito obrigado pela entrevista! Eu tive grandes momentos em minhas duas últimas turnês pelo Brasil! É um dos meus lugares favoritos - eu amo amo amo o Brasil e meus adoráveis leitores brasileiros e eu realmente espero visitá-los novamente em breve!

Então, pessoal, o que acharam? Gostaram da coluna? A Alyson é mesmo muito atenciosa com seus leitores e eu adoro seus livros. Se você ainda conhece pouco sobre ela, certamente essa entrevista ajudou. Visite a página da autora no SKOOB e conheça todos os seus livros. E, se quiser contar para ela o quanto gosta de suas histórias, visite seu Twitter: @AlysonNoel ou seu site: www.alysonnoel.com

Por fim, não posso deixar de agradecer a Raquel Araújo, por ter me ajudado e me incentivado a seguir com essa entrevista e agradeço também a Priscila Boltão, que traduziu minhas perguntas para a Alyson. Obrigado <3

Espero que tenham gostado! Aguardem, pois logo logo eu vou trazer mais 'Fondue para Dois' para vocês!


 


Um pouco sobre: Lucas Moraga

Boa tarde, leitores! "Um pouco sobre..." é uma espécie de entrevista, onde conheceremos mais um pouco de cada autor e sobre suas obras. O autor escolhido de hoje foi Lucas Moraga. Lucas é, até então, um autor independente, pois ainda não teve sua obra publicada por uma editora. Eu, Henrique, fiz algumas perguntas a ele sobre sua vida e sobre o que levou ele a escrever esse livro. No final, confiram capa e sinopse do livro. É um livro muito promissor e eu ainda não vi motivo para não ter sido publicado! Vamos lá?


Fascínios Literários: Defina-se em poucas palavras. Quem é você?

 Nascido para criar dragões em mundos fantásticos e reais. Em seus vários sentidos.

Fascínios Literários: Quando você recebeu o insight e soube que queria escrever um livro?

Foi há bastante tempo, tem uns 6 anos mais ou menos. Mas não era sobre Hospedeira das Cinzas. Foi quando eu disse: "É cara, eu posso fazer isso"

Fascínios Literários: Qual foi seu primeiro livro escrito? Qual a sensação de ter concluído sua obra?

O primeiro a terminar foi Hospedeira das Cinzas. E a sensação é inteiramente indescritível. Tomei banho de chuva nesse dia, isso descreve eu acho.

Fascínios Literários: O que foi mais difícil antes de escrever e durante a escrita? E o que está sendo mais difícil agora?

Bom, durante a escrita foi desenvolver a historia sem deixar furos e sem contar MUITA coisa, além de enfrentar as praguinhas dos bloqueios criativos que me pegaram por longos 2 meses, mas passou. Hoje em dia o que está sendo mais difícil é a procura por editoras e encarar isso não apenas como um divertimento, mas como um sonho realizável de fato.

Fascínios Literários: e antes?

Antes foi não tratar a escrita como qualquer coisa.
Assumir o que ela significava pra mim.

Fascínios Literários: Qual foi sua motivação para escrever um livro? Alguma obra, algum autor, filme ou série o inspirou?

Muita coisa me inspirou. Desde filmes a livros.
Mas de longe Martin com Guerra dos Tronos me deu um impulso muito forte. Pra criar um mundo. E seus devidos costumes.

Fascínios Literários: O que você mais gosta em A Hospedeira das Cinzas?

Primeiro tire o "A"(não coloque isso hahaha, acho feiinho) Apenas, Hospedeira das Cinzas. Mas sim, eu gosto de muita coisa nele. Mas a maior delas é a relação fraternal de Aurora e Lunno. E como isso evolui com o passar das páginas no livro, tanto positivamente como negativamente.

Fascínios Literários: (haha) Desculpe! Diga um livro, além do seu próprio, que você tem um carinho especial.

Ah, sem sombra de dúvidas As Crônicas de Nárnia inteira!

Fascínios Literários: Fale um pouco sobre seus hobbies e se algum deles influenciou na escrita.

Eu tenho vários e se eu listar vou passar dos caracteres permitidos, certeza. Mas depois da escrita o maior deles é o cinema em si. Adoro tudo relacionado ao cinema, a história dele, o que o compõe como um todo. E fotografia também. E ambos me influenciaram em algumas questões no meu segundo livro escrito.

Fascínios Literários: Como está sendo a aceitação dos leitores para com Hospedeira das Cinzas?

Olha, pelo que eu observo a aceitação é muito boa. E eu espero que com o lançamento isso tende a aumentar.

Em um lugar onde guerras sacudiam a superfície e os deuses moldavam o destino das criaturas, o mal está à espreita para tomar gosto pela chama do fogo. Zeus, como forma de proteção, selou o espírito de cinco entidades cósmicas em cinco criaturas distintas. Quando a jovem Aurora Bellator se vê no meio de um conflito interno contra sua entidade aprisionada, ela descobre que está condenada a um profético destino. Amores acompanhados por catástrofes, traições e morte a guiariam por um caminho incerto e seu temperamento difícil poderia ser o estopim de sua ruína. Entretanto, houve tempos de paz. Tempos onde não se ouviam rumores de possíveis guerras e festivais de sangue a céu aberto. Tempos onde as crianças podiam correr sem desprendimentos pelos pátios dos reinos. Mas, neblinas de um novo caos estão se aproximando e a pacífica Terdállia vai se tornar palco de sangue nos dias que virão...
Quanto mais forte o hospedeiro, mais perigosa é a entidade. Juntos, eles são pacíficos e detém o controle. Separados são destrutivos e sanguinários. Você conseguiria controlar algo dentro de você que está prestes a explodir?

E então, o que acharam do livro? Se 
identificaram um pouco com o autor? Comentem!


Entrevista - G. Brasman




Olá galera.... primeira entrevista aqui do blog.... começamos com G. Brasman, autor do livro O Poder Verdadeiro (As Crônicas de Senhores de Castelo #1), com parceria de G. Norris. Os dois são parceiros do blog. Vamos à entrevista:

Fascínios Literários: De onde veio a ideia de escrever sobre os 'Senhores de Castelo?

G. Brasman: "A ideia surgiu em um "Café Lendário". Estávamos eu e o Norris tomando um café e, papo vai, papo vem, um descobriu que o outro gostava de escrever. No dia seguinte, o Norris trouxe um rascunho de um personagem (que deu origem ao Thagir), baseado nas roupas que eu estava usando no dia anterior. Dai para começar a brincadeira foi um pulo.

Fascínios Literários: De quem foi a ideia de escreverem juntos? E quem deu o "pontapé inicial"?



G. Brasman: O negócio começou como uma brincadeira, apenas para diversão nossa mesmo. Com o passar dos dias, muitos cafés e risadas depois, o negócio começou a tomar corpo. Um belo final de semana não consegui dormir e fiz uma mega-ultra-enorme planilha com a base do que seria o embrião da série; o Norris achou bacana e decidimos investir nosso tempo naquela grande maluquice.




Fascínios Literários: Como escolheram os pseudônimos?


G. Brasman: Meu sobrenome é Girardi, e algumas pessoas acham difícil de falar. Como pensamos também no mercado internacional, decidimos criar pseudônimos. Desde o primeiro minuto eu disse: "O meu está fácil!". É homem brasileiro em inglês; Brasilian Man. Mas para ficas mais bacana, personalizei: BrasMan. O do Norris ele explica. (rsrsrs)



Fascínios Literários: De acordo com alguns autores, ser escritor é uma tarefa de constante mudança... Alguns dizem que até mesmo depois de publicar o livro, gostariam de ter mudado algo nele... Você gostaria de ter mudado algo em O Poder Verdadeiro? Se sim, o quê?


G. Brasman: Toda vez que leio algo que eu escrevi, dá uma vontade "da gota" de mudar. Mas, ser escritor não é apenas "uma tarefa de constante mudança". Ser escritora é, acima de tudo, saber quando libertar sua obra e deixá-la "viver sua própria vida, com suas qualidades e defeitos". Mas, se que pudesse mudar algo em O Poder Verdadeiro, seria a tonalidade da capa. Acho ela muito apagada e gostaria que tivesse mais vivacidade.

Fascínios Literários: Como foi a sensação de ter o exemplar de seu livro em suas mãos? A sensação de ver seu trabalho correr todo o Brasil, invadindo as mentes dos leitores?

G. Brasman: Invadindo as mentes? Será que consegui esta proeza? Estou me sentindo como naquele filme "Invasores de Corpos" (rsrsrs). Na verdade foram várias emoções, pois passamos por diversos estágios. O primeiro boneco, imprimi e encadernei em casa. Ali eu já me sentia realizado (já tinha tido filhos, já tinha plantado uma árvore e já tinha escrito um livro). Depois, fiz dois volumes em uma empresa no exterior, com acabamento profissional e capa dura; foi uma nova emoção. Depois disso, foi a vez do livro oficial, da versão Kindle e da republicação pela Verus e o livro em formato ePub. Sempre novas emoções. Mas o mais gratificante foi quando, ao tomar um ônibus, fui reconhecido. Foi como se eu fosse famoso (rsrsrs).



Chegamos ao fim da nossa primeira entrevista.